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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Bancários fazem assembleias hoje e param a partir desta terça-feira


A proposta passou de 7,8% para 8%, com apenas 0,56% de aumento real, enquanto a categoria reivindica 12,8% de reajuste salarial (sendo 5% de aumento real).
Foto: Divulgação   Legenda: Dourados e Região, assim como outras bases no país, aprovou a paralisação desde quinta-feira passada
Foto: Divulgação Legenda: Dourados e Região, assim como outras bases no país, aprovou a paralisação desde quinta-feira passada
Sem avanços na negociação com os banqueiros, sexta-feira, os bancários de todo o país vão parar por tempo indeterminado a partir desta terça-feira, 27/9. A proposta passou de 7,8% para 8%, com apenas 0,56% de aumento real, enquanto a categoria reivindica 12,8% de reajuste salarial (sendo 5% de aumento real). Para piorar, os bancos continuam negando todas as outras reivindicações. 

A paralisação dos bancários no ano passado foi a maior dos últimos 20 anos, com a maioria das agências paradas em todo o país, em Dourados, por exemplo, nenhuma agência abriu durante todo o período da greve e na base a adesão a paralisação também foi grande. Para superar esses números, os empregados do setor precisam estar unidos para fortalecer o movimento e garantir melhorias para a categoria. 

Dourados e Região, assim como outras bases no país, aprovou a paralisação desde quinta-feira passada (22), hoje tem novas assembléias em todo o país para avaliar a nova proposta apresentada pela Fenaban na rodada de sexta. Em Dourados ela acontece, novamente, na sede do sindicato, a partir das 18 horas, na Rua Olinda Pires de Almeida, 2450. 

Índios resistem à determinação judicial para desocupar área


Justiça Federal mandou indígenas da comunidade Laranjeira Nhanderu, em Rio Brilhante, desocupar parte da fazenda em que estão.
Foto: Divulgação   Legenda: Índios afirmam que não vão sair da área que ocupam na Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança
Foto: Divulgação Legenda: Índios afirmam que não vão sair da área que ocupam na Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança
Indígenas Guarani- Kaiowá da comunidade Laranjeira Nhanderu, em Rio Brilhante, a 163 quilômetros de Campo Grande, prometem não cumprir a determinação judicial que os manda sair da Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança.

Pela terceira vez, na última quarta-feira (21), a 2ª Vara da Justiça Federal mandou as cerca de 120 pessoas que moram no local desocupar a área. De acordo com o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), dois pedidos de anulação da reintegração de posse foram negados. Os índios acreditam que o local é sua terra ancestral.

Diante da determinação da Justiça, uma caravana com representantes de várias entidades foram ao local e os indígenas afirmaram que vão resistir à qualquer tentativa de despejo.

Segundo a ordem judicial, cabe à Funai (Fundação Nacional do Índio) comunicar a decisão aos afetados pela medida, bem como providenciar o transporte dos índios para um terreno público, oferecido pelo Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Conforme entrevista do coordenador do Cimi em Mato Grosso do Sul, Flávio Vicente Machado, à Agência Brasil, a área ofertada não serve para acolher os indígenas. “Não tem mata, não tem água. Ir para aquele lugar não é uma hipótese que os índios considerem”, avaliou.

O terreno foi oferecido pelo Dnit, em setembro de 2009, quando os índios estavam acampados às margens da BR-163, após terem sido despejados pela primeira vez da Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança.

Os índios voltaram para a propriedade rural após o Dnit conseguir na Justiça que fossem removidos da beira da estrada.

De acordo com a Procuradoria Regional da República da 3ª Região (Ministério Público Federal), os estudos em curso indicam que “a parte da Fazenda Santo Antônio da Nova Esperança é área de ocupação tradicional do grupo que ali se instalou pelo que os direitos daquela comunidade restam intactos, porquanto imprescritíveis e podem ser exercidos desde já”.

A fazenda está arrendada para terceiros que se dedicam à lavoura de arroz e à pecuária. A propriedade tem cerca de 450 hectares e a área reivindicada pelos índios tem uma área estimada em 30 hectares.

Um dos proprietários da fazenda, Júlio César Cerveira, disse à Agência Brasil que as terras pertencem à sua família desde o final da década de 1960 e que há, na região, títulos datados do século 19. (CG News). 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Menina de 10 anos é atacada por dois pit bulls em Campo Grande


A menina contou que foi atacada quando passeava com um poodle. Cães fugiram depois que vizinhos socorreram a garota.
Foto: TV Morena    Legenda: Pit bull mordeu perna de menina em Campo Grande
Foto: TV Morena Legenda: Pit bull mordeu perna de menina em Campo Grande
Uma menina de dez anos foi atacada por dois cachorros pit bulls no fim da tarde de quarta-feira (21), no Jardim Panamá, região noroeste de Campo Grande. A vítima levou 12 pontos na perna por conta das mordidas.

A criança contou que foi atacada enquanto passeava pela rua com os seus dois cachorros, um coker e um poodle. Os pit bulls teriam avançado nos outros dois cães e, depois, morderam a vítima.

"Na hora em que pegaram o meu cachorro, eu comecei a gritar, o outro pit bull queria pegar a minha cadela; eu peguei a coleira do meu cachorro e comecei a atacar os dois. Quando eu virei as costas, um dos pit bulls veio por trás, deu duas mordidas e não largou", relata a garota.

A menina foi socorrida por moradores que conseguiram apartar a briga entre os cães. O poodle e o cocker tiveram apenas ferimentos leves. O pai da criança, que trabalha em um estabelecimento comercial no bairro, relatou que chegou a ouvir os gritos de socorro da filha.

"A gente correu lá, dando pedrada e tijolada, mas nada dele largar [a perna da menina]. Juntou os vizinhos para ajudar, mas ele não largava da perna dela", afirma o pai.

Segundo moradores do bairro, os pit bulls moram em uma casa que está em construção e teriam sido soltos pelos pedreiros que trabalham na obra. Os cães estão desaparecidos. O Corpo de Bombeiros foi acionado e a menina levada para o hospital, sendo liberada após ser medicada. O caso não foi registrado na Polícia Civil. (G1). 

 
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