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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Aftosa: Com fronteira fechada, ordem é abater animal não identificado


O superintendente da SFA deu a declaração em resposta à matéria publicada, que indicava que o gado paraguaio estaria entrando livremente na fronteira com o Estado.
Foto: Divulgação    Legenda: Abate de animais é principal ação no combate à aftosa, diz superintendente
Foto: Divulgação Legenda: Abate de animais é principal ação no combate à aftosa, diz superintendente
Após o decreto do governo do Estado que fecha a fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai e veta o ingresso de veículos, produtos e subprodutos orgânicos e agropecuários originários do país vizinho, de disseminação de febre aftosa, a ordem é abater qualquer animal sem identificação na região de fronteira.

“É impossível que não passe algum animal numa linha de fronteira que tem 650 quilômetros de extensão. O que é possível está sendo feito. A ordem é abater o animal que não possuir identificação”, garante o superintendente da SFA (Superintendência Federal da Agricultura), Orlando Baez, acentuando a árdua tarefa da vigilância na fronteira.

O superintendente da SFA deu a declaração em resposta à matéria publicada pela Agência Estado, que indicava que o gado paraguaio estaria entrando livremente na fronteira com o Estado.

“Já abatemos mais de mil cabeças de gado na região, algumas até antes do surgimento do foco de aftosa. Sempre adotamos todos os procedimentos de segurança”, assegurou Baez.

A reportagem afirma que flagrou, na quinta-feira, boiada cruzando a fronteira a menos de 30 quilômetros do bloqueio que o Exército montou na BR-463, que liga Ponta Porã e Dourados.

Ainda conforme a matéria, havia gado solto também no município de Aral Moreira, nas imediações da Fazenda Itapuí; na altura da Fazenda Lagoa de Ouro, a 10 km de Coronel Sapucaia; no local conhecido como Manta Potrero; e na estrada de acesso a Três Cerros, município de Paranhos.

Veto - O decreto que proíbe o ingresso de veículos, produtos e subprodutos orgânicos e agropecuários originários do Paraguai foi publicado na edição desta segunda-feira do Diário Oficial do Estado e vale por cinco dias, prorrogáveis por mais dez.

No período de vigência do decreto, a sugestão do governo é que o Ministério da Agricultura autorize o desvio do tráfego dos produtos de origem vegetal (como soja, milho e sementes) para outro local. Uma das sugestões é o Paraná.

O período de fronteira fechada para os produtos agropecuários de origem paraguaia vai servir para que Mato Grosso do Sul monte a logística das barreiras móveis e fixas. Quinze já foram ativadas. Nestes locais, os veículos são desinfetados.

Militares do Exército, como parte da Operação Ágata 2, e fiscais do Iagro atuam na vigilância com efetivo reforçado. (CG News). 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Preço pago pelo pêssego preocupa produtores rurais de SP


Importação da Espanha tem interferido no mercado nacional. Agricultores do sudoeste do estado iniciaram a colheita da fruta.
Foto: Divulgação   Legenda: O frio mais intenso foi bom para a planta na época da brotação e florada
Foto: Divulgação Legenda: O frio mais intenso foi bom para a planta na época da brotação e florada
Este ano, a expectativa dos produtores de Paranapanema, no sudoeste de São Paulo, é colher mais de 30% em relação à safra de 2010. O frio mais intenso foi bom para a planta na época da brotação e florada. Também choveu mais nos meses de julho e agosto, período de desenvolvimento dos frutos. Por isso, a expectativa agora é colher pêssegos bem maiores em relação ao ano passado.

Na propriedade da agricultora Michelle Eltink, os cem mil pés devem render 45 toneladas da fruta. Em 2010, foram colhidas 34 toneladas. “Tudo indica que teremos calibres maiores. A maior produtividade provoca maior ganho”, diz.

Apesar da safra boa, os produtores estão preocupados com os preços, que estão menores em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo os produtores, a importação de pêssego da Espanha é que tem mexido com o mercado nacional. (Globo Rural).

Orquidário tem mais de 300 mudas de 12 variedades. Plantas produzidas na associação de mulheres custam entre R$ 5 e R$ 35.

Foto: Ilustrativa   Legenda: Orquidário tem mais de 300 mudas de 12 variedades
Legenda: Orquidário tem mais de 300 mudas de 12 variedades

No município de Anastácio, a 130 quilômetros de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, um grupo de mulheres, a maioria esposas de trabalhadores rurais, se uniu para buscar alternativas de renda para a família. Há sete anos, elas formaram uma associação, que começou produzindo artesanato e agora aposta no cultivo de orquídeas.

A agropecuária e o turismo são a base da economia do município de cerca de 25 mil habitantes. A Associação de Mulheres Independentes Ativas é um grupo formado por mais de 70 associadas. “Nós pretendemos trazer mais sócias para a associação”, planeja Nilma Ifran da Silva, presidente.

Na sede, que virou ponto de turismo, tem espaço para cursos de pintura, corte e costura. O grupo produz também hortaliças para o consumo próprio e o excedente é vendido para a comunidade.

As mulheres também começaram a produzir orquídeas. Há quatro meses, foi montado o orquidário com as primeiras mudas doadas pela comunidade. Algumas matrizes foram compradas com dinheiro obtido com a venda de artesanato e num curso de três dias aprenderam a lidar com as plantas.

O dinheiro arrecadado com as vendas das orquídeas vai para o caixa da entidade. Com o dinheiro elas pagam as contas básicas, como água e luz, e os pedreiros que estão trabalhando na construção da nova sede.

domingo, 25 de setembro de 2011

Criadores redobram cuidados para evitar volta de febre aftosa


Pecuaristas de MS não compram animais de outras propriedades. Paraguai abate animais da propriedade onde foi registrado foco da doença.
Foto: Divulgação   Legenda: Em Mato Grosso do Sul, existem 800 mil cabeças de gado na região de fronteira com o Paraguai
Foto: Divulgação Legenda: Em Mato Grosso do Sul, existem 800 mil cabeças de gado na região de fronteira com o Paraguai
Na fazenda do criador Joanelse Pinheiro, que fica em Paranhos, município que faz fronteira com o Paraguai e onde são criadas 500 cabeças de gado, os últimos dias têm sido de preocupação por causa do foco de febre aftosa confirmado no país vizinho. Por segurança, o pecuarista não está comprando animais de outras propriedades.

Em Mato Grosso do Sul, existem 800 mil cabeças de gado na região de fronteira com o Paraguai. Em um dos trechos da rodovia que liga Amambai e Tacuru à cidade de Paranhos, que faz fronteira com o Paraguai, há um posto de fiscalização agropecuária, mas o prédio está fechado.

“O posto está com problema com o proprietário, mas já foi dada uma ordem para notificar o proprietário que o posto será usado”, explica Tereza Costa Dias, secretária de produção de Mato Grosso do Sul.

Outros dois postos fixos de fiscalização agropecuária estavam funcionando. Na região ainda existem cinco equipes móveis de fiscalização, com cada uma formada por um veterinário, um fiscal e dois policiais militares. O Exército também ajuda na fiscalização. Durante a operação de combate ao contrabando e ao tráfico de drogas na fronteira os militares verificam o transporte de gado. “Nós verificamos a documentação do transporte de animais e se o animal possui brinco”, esclarece Major Alexandre Ferrarez, do Exército Brasileiro. (Globo Rural). 

sábado, 24 de setembro de 2011

Produtores rurais têm até dia 30 para declarar o ITR

A declaração é obrigatória para pessoa física ou jurídica, isenta ou não, que seja proprietária, titular do domínio ou possuidora a qualquer título.

Foto: Divulgação   Legenda: A declaração é obrigatória para pessoa física ou jurídica, isenta ou não
Foto: Divulgação Legenda: A declaração é obrigatória para pessoa física ou jurídica, isenta ou não

Encerra no próximo dia 30 o prazo de entrega do Imposto Territorial Rural (ITR). Em Mato Grosso do Sul são cerca de 40 mil propriedades rurais que deverão ser declaradas ao órgão, segundo dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A expectativa da Receita Federal é receber cerca de cinco milhões de declarações.


A declaração é obrigatória para pessoa física ou jurídica, isenta ou não, que seja proprietária, titular do domínio ou possuidora a qualquer título. Quem apenas usufruir do imóvel também é obrigado a fazer a declaração. “Cada propriedade é uma realidade diferente. Vale lembrar que os municípios conveniados são responsáveis pela fiscalização do ITR, que permanece um tributo federal”, destaca o assessor jurídico da Federação da Agricultura e Pecuária de MS (Famasul), Carlo Daniel Coldibelli. A declaração deve ser feita via internet, por meio do Programa Gerador da Declaração (PGD) do ITR relativo ao exercício de 2011, que deve ser baixado da página da Receita (www.receita.fazenda.gov.br). No endereço o produtor também vai encontrar link com perguntas e respostas e manual para esclarecer dúvidas sobre o preenchimento.


Para propriedades com menos de 200 hectares existe alternativa de entregar o ITR impresso, por meio de um formulário específico disponível nas agências e lojas franqueadas dos Correios. O formulário custa R$ 6,00, valor que já inclui o preço da postagem. Para preparar a declaração, o produtor terá que apresentar dois documentos. O primeiro é o Documento de Informação e Atualização Cadastral do ITR (Diac), o qual contém dados cadastrais do imóvel e de seu proprietário para integrar o Cadastro de Imóveis Rurais. O outro é o Documento de Informação e Apuração do ITR (Diat), que agrega as informações necessárias para o cálculo do ITR e apuração do valor do imposto. Pela Instrução Normativa 1.166, o produtor rural que entregar a declaração após o dia 30 de setembro estará sujeito ao pagamento de multa de 1% ao mês-calendário ou fração de atraso, calculada sobre o total do imposto devido, não podendo seu valor ser inferior a R$ 50. Para imóvel rural imune ou isento de ITR, a multa também é de R$ 50.


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

MS pretende ampliar fiscalização para evitar entrada de febre aftosa


Governo faz série de encontros com pecuaristas e sindicatos rurais. Alvo são os municípios que fazem fronteira com o Paraguai.
Foto: Ilustrativa      Legenda: MS pretende ampliar fiscalização para evitar entrada de febre aftosa
Foto: Ilustrativa Legenda: MS pretende ampliar fiscalização para evitar entrada de febre aftosa
O governo de Mato Grosso do Sul começa a fazer nesta quinta-feira (22) uma série de encontros com pecuaristas e representantes de sindicatos rurais dos municípios que fazem fronteira com o Paraguai para ampliar a fiscalização para evitar a entrada da febre aftosa. Na segunda-feira (19), foi confirmado um foco da doença em uma propriedade que fica a 150 quilômetros do Brasil.

A secretária de produção de Mato Grosso do Sul esteve em Brasília reunida com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, para discutir as medidas sanitárias que serão adotadas no estado. Tereza Cristina Corrêa disse que terá à disposição mais veterinários e mais unidades móveis para intensificar a fiscalização na fronteira. A secretária disse também que o estado se preparou para enfrentar a situação atual.

“Nós temos a zona de alta vigilância, que existiu há dois anos, e nós temos todo um plano de contingência para caso acontecesse o que está acontecendo agora. Isso foi implementado e uma das ações é o monitoramento do trânsito de animais daquela região. Nós temos 800 mil cabeças nessa região. As fazendas que estão dentro da zona de alta vigilância terão o seu trânsito monitorado. Não é como antes, quando tínhamos de lacrar caminhão. Nada disso. Mas você tira uma guia de trânsito e esses animais têm que dizer o percurso e passar por uma barreira fixa ou móvel para que a guia seja carimbada”, explica Tereza Cristina. 

Produtores de melancia de Goiás estão satisfeitos com a safra


A colheita da melancia, em Goiás, vai até o fim do mês. Os frutos estão grandes e doces e os preços compensadores.
Foto: Ilustrativa    Legenda: Os frutos estão grandes e doces e os preços compensadores
Foto: Ilustrativa Legenda: Os frutos estão grandes e doces e os preços compensadores
Uruana é o município que mais produz melancia em Goiás, com 245 mil toneladas por ano. A época é de pico de safra. A melancia produzida é da variedade top gun, o peso médio é de 15 kilos, a casca está lisa e a polpa compacta e bem vermelha. O sabor, o que mais interessa, é doce e os índices de açúcar estão excelentes.

O agricultor João Neto plantou 70 hectares. A produtividade da lavoura é de 50 toneladas por hectare, mais do que a média na região, que é 35 toneladas por hectare. “O manejo adequado e o investimento nos insumos garantem o sucesso”, diz.

Tem bastante fruta, a qualidade está boa e os negócios também. O produtor João Neto vende melancia para Goiânia e para Brasília, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Ele conta que a melancia está custando R$ 10 mil por hectare e o lucro chega a 50%.

Em outra propriedade também no município de Uruana foram plantados 30 hectares. O produtor, Valdenilson Moraes, diz que esse ano plantou cinco hectares a mais do que no ano passado. Ele está colhendo 45 toneladas por hectare, produtividade que também está acima da média. Valdenilson conta que o custo de produção fica maior por causa do adubo, mas o preço está compensando. O quilo da fruta está saindo por R$ 0,40, valor considerado muito bom. (Globo Rural). 

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Agricultores reclamam da queda do preço pago pela laranja



Produtores também enfrentam dificuldade para entregar a fruta. Associação diz que as fábricas estão operando com capacidade máxima.
Foto: Divulgação   Legenda: De acordo com a Citrus-BR, associação que representa a indústria de suco, as fábricas estão operando com capacidade máxima
Foto: Divulgação Legenda: De acordo com a Citrus-BR, associação que representa a indústria de suco, as fábricas estão operando com capacidade máxima
Na fazenda no município de Tatuí, que fica a 140 quilômetros de São Paulo, há 300 mil pés de laranja e aumento de 20% na produtividade em relação à safra anterior. O clima também ajudou e nesta safra, dois milhões de caixas de 40 quilos devem sair dos pomares das duas fazendas do produtor. Mas se colheita é maior, o preço decepciona.

"O ano passado, a indústria ofertava R$ 15 a caixa com 40 quilos. Hoje, estamos vendendo a mesma laranja a R$10,50", compara Osni Hessel, administrador da fazenda.

Quase toda a safra vai para a produção de suco. A fruta é lavada e selecionada, trabalho feito 12 horas por dia em dois turnos. Mas há dificuldade em entregar a laranja, apesar de existir um contrato entre a indústria e a fazenda, firmado antes do início da safra.

Todos os dias, cinco carretas com a fruta precisam seguir rumo à indústria, mas apenas duas no máximo conseguem descarregar. “A fruta que vai para a indústria aguarda cerca de 80 horas para ser descarregada. Não tendo descarga, ela volta. Não há condições de colocar essa carga de volta no mercado, então eu tenho que descartá-la”, explica Hessel.

O produtor Rafael Juliano também enfrenta transtornos com a indústria. Em um único dia, dois caminhões não conseguiram descarregar a carga. “São cerca de 20 toneladas em cada caminhão e custa caro colher, embalar, passar e mandar para a indústria para depois devolver”, reclama.

De acordo com a Citrus-BR, associação que representa a indústria de suco, as fábricas estão operando com capacidade máxima. A dificuldade em absorver a produção está ligada ao aumento da safra que, segundo a associação, é a segunda maior da história.

A Citrus-BR diz que estuda a criação de um conselho para regular o fornecimento das frutas, oferecendo prêmios para quem entregar fora dos períodos de pico. (Globo Rural).

sábado, 10 de setembro de 2011

Prefeitura investe R$ 1,5 milhão na manutenção de estradas rurais


A empresa responsável pelo serviço já foi definida através de processo de licitação e é aguardado apenas o cumprimento de prazos para a assinatura do contrato.
Foto: Divulgação   Legenda: A empresa responsável pelo serviço já foi definida através de processo de licitação
Foto: Divulgação Legenda: A empresa responsável pelo serviço já foi definida através de processo de licitação
Já está tudo pronto para que a Prefeitura de Dourados inicie o processo de recuperação das estradas rurais do município. Serão feitos investimentos de R$ 1,5milhão, com recursos próprios e do Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul).

A empresa responsável pelo serviço já foi definida através de processo de licitação e é aguardado apenas o cumprimento de prazos para a assinatura do contrato e, na sequência o início das obras.

O secretário de Obras Jorge Luiz de Lucia informou já está com toda a programação para a execução do serviço, que deve começar pela região da Vila Formosa/Guassu e seguir para as demais vias, num total aproximado de 1.300 quilômetros, mais os corredores municipais.

Jorge disse que a prioridade determinada pelo prefeito Murilo Zauith é para as estradas de acesso a rodovias estaduais e federais, que geralmente são as que apresentam maior fluxo durante o escoamento da produção rural no período de safra.

De acordo com o secretário, o prefeito quer todas as vias recuperadas antes do início da colheita, para garantir tranquilidade aos produtores rurais e evitar prejuízos na safra de verão. Outra preocupação é com o período de chuvas e por isso a necessidade em acelerar o trabalho.

Atualmente um dos trechos mais críticos em Dourados é o da 4ª Linha, com a estrada praticamente intransitável. Jorge De Lucia informou que para evitar situações como a dessa via, serão feitos o patrolamento, cascalhamento, limpeza das caixas de contenção e drenagem.

Exportações do agronegócio paulista crescem 19,3% em 2011


Importações do setor avançaram 35,5% entre janeiro e agosto.
Foto: Ilustrativa   Legenda: As exportações do agronegócio paulista atingiram US$ 15,1 bilhões entre janeiro e agosto
Foto: Ilustrativa Legenda: As exportações do agronegócio paulista atingiram US$ 15,1 bilhões entre janeiro e agosto
As exportações do agronegócio paulista atingiram US$ 15,1 bilhões entre janeiro e agosto deste ano, valor 19,3% superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9) pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA), vinculado à Secretaria da Agricultura do Estado.

As importações do setor, por sua vez, avançaram 35,5% na mesma base de comparação, alcançando US$ 6,7 bilhões. Com o resultado, o agronegócio paulista encerrou os primeiros oito meses do ano com superávit comercial de US$ 8,3 bilhões, incremento de 8,7% sobre o mesmo período de 2010.

Segundo o IEA, as exportações do agronegócio no Estado representaram 23,6% das vendas externas do agronegócio brasileiro, enquanto as importações responderam por 32% do total nacional.

 
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