domingo, 24 de abril de 2011

Número 8: nasce uma fantasia sexual

Se de vez em quando a gente tropeça em homens como o do último post, nós também encontramos (e em muito maior quantidade, para minha sorte) caras como o 8º da minha lista. É daqueles que já fizeram de tudo profissionalmente e não têm a menor vergonha de onde vieram, sem nenhum traço de insegurança. Um vencedor, apesar da pouca idade (25 anos). Para deixá-lo ainda mais charmoso, ele sempre me tratou com toda a gentileza possível, apesar de saber claramente de todas as minhas peripécias. E foi com ele que eu deixei nascer uma fantasia sexual que eu sequer tinha pensado até aquele momento.

Em vez de me podar, como faria a maioria dos homens, ele me incentivou a ter uma vida sexual ainda mais livre. Seu único conselho foi: “tome cuidado com os homens, tem muito maluco por aí…”. Pareceu um daqueles amigos rodados que a gente tem, sempre tentando nos proteger de caras iguais a eles.

Mas todo esse carinho, atenção e, mais importante, aceitação, me fizeram querer ficar com ele (antes que as más línguas venham questionar: não, ele não é feio). Fomos para um excelente motel (nada mais corta-tesão que uma espelunca – a não ser que isso faça claramente parte de uma fantasia sexual) e tudo ia muito bem até eu abrir a calça do rapaz. Eu praticamente tive de olhar com uma lupa. Foi ainda mais constrangedor porque ele é muito alto – o que fica desproporcional, sabem? Eu sei que há quem defenda a irrelevância dotamanho do pênis, mas para mim isso importa, sim. Eu gosto de uma coisa grande, suculenta, apetitosa – sempre pareço ter ganhado um presentão! E acabo me frustrando um pouquinho quando vejo que é pequeno.

A noite não teve nada de inacreditável em relação à parte mais “técnica” do sexo. Como não poderia deixar de ser, ele foi extremamente preocupado com o meu prazer e bem-estar. Mas de alguma forma ele percebeu que eu “sobrava” na cama. Eu queria mais e ele estava cansado. Veio, então, a sugestão: “acho que você é mulher para mais de um homem”.

Eu já havia tido diversas oportunidades de fazer sexo a três (ou a mais!) quando era mais jovem. Nunca quis. Não por uma questão moral ou coisa que o valha. Simplesmente achei que um homem só, quando era bom, seria suficiente para mim. Naquele momento, porém, eu ainda ardia de tesão e fiquei pensando na hipótese de ter outro cara ali conosco. Fiquei ainda mais enlouquecida! E ele também. Transamos de novo, mas sempre imaginando uma terceira pessoa na cama conosco. Foi delicioso! Estava plantada a sementinha. Só não achei que ela fosse germinar tão rápido…

nova

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